Archive for the Violino category

SÉCULO XVIII O classicismo

Século XVIII
O classicismo
A reforma da ópera
Os concertos públicos

SÉCULO XVIII
O CLASSICISMO

O primeiro concerto para público anônimo
Sonata-forma, sinfonia, concerto e quarteto
A nova polifonia instrumental
A reforma da ópera. A importância de Gluck
Paris e o estilo empire
O fim do século XVIII. Os concertos públicos

No século XVIII a literatura e as artes plásticas já tinham abandonado o estilo barroco. Por volta de 1735, o estilo dominante na Europa era ainda o rococó, último derivado do estilo barroco. Logo depois viria o pré-romantismo.
As formas musicais do barroco não serviam como expressão à nova mentalidade. Os filhos de Bach foram os primeiros a abandonar a arte polifônica do pai.

O primeiro concerto para público anônimo
Johann Christian Bach (1735-1782), o filho mais novo, foi um compositor típico do rococó, um pré-clássico que teve grande influência sobre a vida musical inglêsa. Foi o primeiro a substituir o cravo pelo piano no concerto para solista e orquestra.

Em 1768 tocou, pela primeira vez, um concerto para piano e orquestra perante público anônimo, admitido mediante pagamento de ingressos. Era o fim da música escrita apenas para a câmara de príncipes e aristocratas.

Suas sonatas, concertos, e sinfonias foram importantes na evolução dessas formas e influenciaram Haydn e não só. Em Londres, quem o ouviu tocar foi o jovem Mozart que, certamente ficou impressionado pois, o estilo de Mozart é, na verdade, johann-christian-bachiano.

Carl Philipp Emanuel Bach (1714-1788), o segundo filho de Bach, chegou a ser um dos mais respeitados solistas da época. No final do século XVIII era o compositor mais famoso na Alemanha do Norte. Suas composições mais importantes são as sonatas e fantasias, escritas para seu instrumento favorito, o cravo. Esses trabalhos ajudaram na transição do estilo barroco de seu pai para o estilo clássico de Mozart e Haydn.

Sonata-forma, sinfonia, concerto e quarteto
A música instrumental barroca não conhecia nenhum princípio de desenvolvimento temático. O tema inventado pelo compositor era colocado em determinada situação polifônica (tomado e retomado pelas várias vozes instrumentais) e em determinada situação de orquestração (tomado e retomado pelos solistas e pelos tutti); depois de esgotadas todas as possibilidades dessa situação inicial, o movimento estava terminado. Um bom exemplo dessa construção está nos Concertos de Brandenburgo. A reunião de vários trechos instrumentais para formarem um obra inteira era arbitrária.

A sonata-forma foi desenvolvida por Carl Philipp Emanuel Bach. Inicialmente criou o novo princípio de construção do primeiro movimento, o mais longo e mais importante de uma sonata. O tema é sumariamente exposto, depois muda de tonalidade, continuando o seu desenvolvimento. Mais tarde introduziu um segundo tema, contrastante, que entra em espécie de luta dramática com o primeiro. Está criada a sonata-forma completa, que logo começa a dominar toda a música instrumental.

A sinfonia é uma sonata para orquestra.
O concerto, agora muito diferente dos concertos de Bach e Vivaldi, é uma sonata para um solista com acompanhamento da orquestra.

O quarteto, a sonata para quatro instrumentos de corda, será acrescentado por Haydn.
Joseph Haydn (1732-1809) foi um dos maiores compositores do período clássico. Começou tocando violino em pequenas bandas sem baixo-contínuo, onde nenhum dos músicos desempenhava o papel de solista-virtuose (o que valia era o conjunto). Essa independência das cordas em relação ao baixo-contínuo, assim como a importância dada ao conjunto instrumental, fez com que a música barroca chegasse ao fim.

A nova polifonia instrumental
Haydn elabora uma nova polifonia instrumental com a finalidade de dar coesão ao quarteto e à sinfonia, sem o apoio do baixo-contínuo. O princípio de construção será a sonata-forma de Carl Philipp Emanuel Bach. Usando só os instrumentos, Haydn fala o idioma da música sacra italiana da época precedente, ou seja, seus temas são cantáveis. É o começo da música moderna.
A repercussão de sua obra foi grande. Na Áustria todos eram haydnianos, inclusive o jovem Mozart.

A reforma da ópera. A importância de Gluck
A renovação da música instrumental por Haydn não atingiu o gênero da ópera, que seguia a rotina dos tempos de Scarlatti.

Havia alguma vida nova apenas na ópera buffa, que florescia em Veneza, que era, então, a capital européia de diversões. Os “donos” da ópera, mais apreciados que os próprios compositores, eram os cantores, sobretudo os castrados como Farinelli e Crescentini.
Johann Adolf Hasse (1699-1783) foi o mais popular compositor de óperas italianas, no estilo napolitano, do século XVIII. Discípulo de Alessandro Scarlatti, foi, também, cantor profissional de ópera (tenor) e excelente cravista.

Domenico Cimarosa (1749-1801) é um dos pais da ópera cômica.
Outros grandes nomes da época são Giuseppe Sarti (1729-1802), Baldassare Galuppi (1706-1783), Giovanni Paësiello (1740-1816).

O teatro foi, talvez, a maior preocupação artística do século XVIII. Possuir um teatro nacional foi a suprema ambição da Alemanha e da Itália. A ópera não podia ficar esquecida.
O neoclassicismo da época de Winckelmann desejava restabelecer a pureza do teatro musical, desfigurado pelas vaidades dos cantores italianos. E já a tendência pré-romântica exigia “sentimento verdadeiro” em vez das expressões estereotipadas da rotina operística.

A tradição classicista na França foi, no campo da música, humilhada pela invasão italiana.
Jean-Philippe Rameau (1683-1764) foi o mais importante compositor e teórico francês do século XVIII. Tem, em sua obra, uma reação classicista e nacionalista àquela invasão italiana. Juntamente com Alessandro Scarlatti e Bach, é fundador da música “moderna”. Seu Traîté d’harmonie (1722) é a base teórica do sistema tonal que continuará em vigor até Schoenberg.

Niccolo Jommelli (1714-1774) foi um eminente compositor de óperas da escola napolitana. Seguidor de Alessandro Scarlatti, desenvolveu um estilo mais sério que a maioria de seus contemporâneos, fazendo mais uso da orquestra, usando uma harmonia mais rica e dependendo menos da invariável ária da capo, que ele considerava não-dramática. Foi o primeiro a fazer consistente uso de acompanhamento orquestral no recitativo. Sob a influência de Rameau fez reformas nos coros. Sob a influência do grupo de Mannheim fez reformas na instrumentação. Seu estilo teve alguma influência na formação do estilo clássico no fim do século XVIII.

Tommaso Traëtta (1727-1779), em Antigone (1772) adota os princípios da reforma de Gluck.
Christoph Willibald Gluck (1714-1787) foi um dos maiores reformadores da ópera. Em 1741 compôs Artaserse, ainda no estilo italiano, com árias da capo para as vozes únicas dos castrati.

Em seu programa de reforma da ópera, em vez das intrigas amorosas que complicavam os textos, os enredos mitológicos deveriam ser da maior simplicidade e de mais forte efeito trágico, sem a vazia pompa barrôca, os arabescos do bel canto exibicionista dos virtuoses do canto. Em vez de uma seqüência mal conectada de episódios, procurava-se um efeito continuamente dramático. A um determinado texto só uma determinada música poderia corresponder, ao contrário do que se fazia até então, quando cada libreto de Metastasio foi posto em música por dez, vinte e mais compositores, sucessivamente e das maneiras mais diferentes.

Compôs seis óperas “reformadas”, todas com temas colhidos na mitologia grega, e elas o tornaram um dos compositores mais admirados em toda a Europa de seu tempo. Gluck pretendia representar no palco a verdade da vida, embora por meio de símbolos mitológicos.

Seu trabalho abriu caminho para as grandes óperas do século XIX, como, por exemplo, os dramas musicais de Wagner e as obras de Verdi e Puccini. Purificou a ópera, conferindo ao gênero a dignidade do teatro clássico francês. Era a volta à simplicidade clássica dos florentinos, que inventaram o gênero.

Gluck não é barroco, é contemporâneo do novo classicismo inaugurado por Winckelmann.
Nicola Piccinni (1728-1800) inicialmente foi rival de Gluck. Mais tarde tornou-se discípulo do rival: Didon abandonnée (1783) é uma obra-prima na estilo gluckiano.

Paris e o estilo empire
A adesão dos pré-românticos Piccinni e Rousseau a Gluck significa o advento de nova fase estilística: o classicismo do século XVIII, vivificado pelo espírito pré-romântico da Revolução Francesa, dá o Estilo Empire, da época de Napoleão. Seu centro é Paris.

Antonio Maria Sacchini (1730-1786) é o primeiro representante desse estilo, logo seguido por Étienne-Nicolas Méhul (1763-1817).
Mario Luigi Carlo Zenobio Salvatore Cherubini (1760-1842) em 1788 desenvolveu um novo e sério estilo operístico, primeiro em italiano, depois em francês. A moda musical mudou para o estilo romântico, o qual Cherubini foi incapaz de adotar completamente, o que fez suas composições ficarem esquecidas até o século XX.

Gaspare Luigi Pacifico Spontini (1774-1851) foi o principal compositor de ópera francesa no florido e, frequentemente melodramático, estilo que dominava Paris durante o tempo da Revolução e do Primeiro Império. Compositor favorito de Napoleão, foi o último dos gluckianos, com o qual termina o predomínio dos italianos na ópera européia.

Antonio Salieri (1750-1825), discípulo de Gluck, foi professor de Beethoven, de Schubert e de Liszt. Escreveu óperas em italiano, francês e alemão. Após 1804 voltou-se para a música sacra e instrumental.
Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791), embora influenciado por todas as correntes de sua época, não pertence a nenhuma delas. As suas obras instrumentais, no geral, têm valor inferior; são trabalhos de rotina ou por encomenda. Embora riquíssimo em invenção melódica, sua melodia nem sempre é pessoal. Isto porque no século XVIII, antes do pré-romantismo, não se exigia originalidade nem genialidade (conceitos românticos). Por isso se confunde, facilmente, Mozart com outros compositores da sua época, como J. C. Bach, de quem sofreu influência. Mozart escreveu seguindo o estilo do seu tempo. Ele próprio se considerava, antes de qualquer outra coisa, como um compositor de ópera.

O fim do século XVIII. Os concertos públicos
Termina o século XVIII e surge um novo público. Em 1760, J. C. Bach funda em Londres a primeira empresa para organizar concertos públicos. Logo a seguir, Paris, Viena e Berlim seguem o exemplo. A Igreja, a corte monárquica e o palácio do aristocrata perdem a função de mecenas que encomenda obras ao artista.
No século XIX, o compositor enfrenta o público, que não encomendou nada mas que espera, apenas, algo de novo. Este novo público é a burguesia.

A Revolução Francesa (1789) serviria como data para essas mudanças. Beethoven, no entanto, ainda vive no ambiente aristocrático de Viena. Sua mudança só começou depois de 1814, ano do Congresso de Viena, que marca o fim das monarquias aristocráticas.

Ludwig van Beethoven (1770-1827), em 1814, ano do Congresso de Viena, já é reconhecido como o maior compositor do século. Substituiu o terceiro movimento das obras sinfônicas e camerísticas (o minueto de Haydn e Mozart), pelo scherzo, forma de música humorística, modificação essa que já tinha ocorrido em alguns quartetos de Haydn. Em suas mãos, a sonata-forma passa a ser, em alguns casos, veículo da expressão de todas as emoções possíveis. Suas dez aberturas são como um resumo de seu estilo musical, bem como das emoções e sentimentos que exprimiu em obras mais extensas. Foi um clássico e não um romântico, como defendem os franceses. Não foi revolucionário, pouco inovou; apenas alargou as formas de Haydn, do qual foi sucessor.

Os poemas das Quatro Estações de Vivaldi

posted by Marcio Rosa in Libretos, Violino

Uma das outras pesquisas colocadas a semana passada dizia respeito aos poemas associados a cada uma das quatro estações de Vivaldi. Originalmente cada um dos quatro concertos de Vivaldi continha um poema que normalmente era lido antes do concerto se iniciar. Esta prática foi-se perdendo no entanto é justo considerar que estes fazem parte integrante da obra.

Podem encontrar os poemas nestes posts: Primavera, Verão, Outono, Inverno .

Lançamento do Método de Violino Marcio Rosa

posted by Marcio Rosa in Violino

Agora já tenho a data de lançamento do primeiro volume do meu método para violino em 5 volumes, a partir do mês de setembro estará venda nas livrarias e na internet. Veja o que vem por ai:

Nos volumes:

Volume 1 – Estudos Elementares
Volume 2 – Estudos Avançados
Volume 3 – Terceira e segunda Posições
Volume 4 – Quarta e Quinta Posições
Volume 5 – Sexta e Sétima Posições

Na Internet:

Fóruns
Gestão de conteúdos (Recursos em Áudio e Video)
Questionários e pesquisas com diversos formatos
Blogs
Wikis
Sondagens
Chat
Glossários

O Violino

posted by Marcio Rosa in Violino

O violino. O que falar sobre ele? Talvez começar com uma das inúmeras descrições que encontramos tais como: “pequena caixa de madeira…”, ou, “instrumento musical da família das cordas…”, ou ainda, “instrumento musical cujo som é obtido através do atrito de um arco…”. Inúmeras são as descrições que vi até hoje e não me atrevo repetir. Quero falar daquilo que nunca ninguém falou e gostaria de fazê-lo de forma especial.

O violino é um pequeno instrumento capaz de transportar as mais remotas dimensões dos sentimentos. Ele com seu arco é capaz de tocar o fundo da alma. Aliás, o violino também tem alma. Os sons obtidos de suas cordas transformam sentimentos abstratos e invisíveis que fazem parte somente do mundo daquele que o detém, em ondas mecânicas captadas pelos ouvidos de tantos quantos estiverem ao seu alcance, fazendo-se entender no coração desses. O violino é um materializador de emoções. Em mãos hábeis ele se torna o porta-voz de quem o manuseia. Um universo de sons e melodias é produzido por ele, e saber tocá-lo é o mesmo que comunicar em uma linguagem que somente a alma pode interpretar.

Sinto como se ele possuísse personalidade própria. Quando estão reunidos numa orquestra evidenciam sua força; sozinho, sua beleza. Ora torna-se melancólico, ora colérico. Sua expressividade é fascinante. Com ele nós homens somos capazes de produzir chuva, sol, ventos e desta forma alegrando ou entristecendo seus ouvintes. Somos capazes ainda de hipnotizar uma platéia que se entrega as delícias e ao prazer de cada nota produzida. Esta mesma platéia retribui quase que em um delírio coletivo, manifestando-se através de aplausos e gritos de agradecimentos.

Ele é um instrumento perigoso… pode manipular os sentimentos. Não é fácil domá-lo, pois é selvagem. Apesar de sua aparência refinada, elegante e aristocrática é um selvagem. Quem já tentou domá-lo que o diga. Muitos são os que se apaixonam, porém ele não se deixa conquistar. Entendê-lo demanda anos e anos de dedicação. Entregamo-nos por completo e ele não se importa conosco. Passamos horas e horas, dias e dias de estudo.

O violino é um ingrato. Algumas vezes é preciso deixá-lo, como numa demonstração de orgulho e amor próprio, porém sem efeito. Ele nunca se rende e logo voltamos a colocá-lo em nossos braços. Morremos de saudade e ele parece saber disto. Quais segredos ele carrega junto a si? Por que é tão difícil compreendê-lo? Ele sempre esconde uma surpresa. Por mais que pareça que progredimos na difícil arte de domesticá-lo, ele, vez ou outra nos mostra quem na verdade tem o controle da situação e ele faz isto da maneira mais irritante possível. Nos faz sofrer quando grita naquela “arranhada” que produz por um golpe de arco mal dado. Lógico que não foi nossa intenção, mas ele faz de propósito, ou quem sabe seja parte de sua natureza, mais nada.

Algum dia deixar-se-á vencer? Conseguirei compreendê-lo? Tenho a impressão que no passado alguns conseguiram ou chegaram muito perto. Bach, Vivaldi, Paganini, Brahms… Não foram muitos. Foram poucos. Talvez seja assim mesmo. De tempos em tempos ele deva abrir sua exceção, deixar-se conquistar, compreender, domar. Enquanto isto ele continua me encantando e seduzindo tantos outros pela sua voz melancólica a continuar aquecendo-o junto aos braços.

Cléber Fernandes
Mont Saint Aignan – França 04/05/2004

Grade do Curso de Violino - Métodos de estudo de Violino

posted by Marcio Rosa in Violino

Segue minha sujestão de estudo para Violino do iniciante ao avançado, todo o curso leva em média 10 anos e 6 meses para concluir.

Level 1 - iniciante

Suzuki Livros 1 e 2
Schmoll Método para Violino
Sevcik Escola para Técnica de Arco, Op. 2
Sevcik School Escola para Técnica de Violino, Op. 1
Laoureux Método Prático para Violino, Parte 1
Sitt – 100 Studies OP 32, Book 1

Level 2 – Posições, detaché e legato

Suzuki Livros 3 e 4
Maia Bang, Método para Violino, Parte 2
Sevcik Escola para Técnica de Arco, Op. 2
Laoureux Método Prático para Violino Parte 1 - posições
Sevcik Escola para Técnica de Violino, Op. 1
Sitt – 100 Studies OP 32, Book 1

Violino e Piano
Kuechler Concerto em D-Maior, Op. 14
Perlmen indian Concertino
Perlmen Israeli Concertino
Portnoff Concertino em E-menor, Op. 13
Rieding Marcia
Rieding Concerto em G-Major, Op. 34
Rieding Concerto em D-Major, Op. 36
Seitz Concerto em G-Major, No. 1, Op 13

Level 3 - Mudança de posições, spiccato

Suzuki Livros 5 e 6
Schradieck Escola para Técnica de Violino, Livro 1 - 4
Sevcik Estudos Preparatórios para Trill, Op. 7
Sevcik Escola para Técnica de Arco, Op. 2
Sevcik Escola para Técnica de Violino, Op. 1
Sevcik Shifting, Op. 8
Wohlfahrt 60 Estudos, Op. 45

Violino e Piano
Fiocco Allegro
Kuechler Concerto em D-Major, Op. 12
Portnoff Concertino em A-menor, Op. 14
Rieding Concertino em D-Maior,Op. 5
Seitz Concerto em D-Maior, No. 4, Op.15
Severn Dança Polonesa

Violino e Orquestra
Vivaldi Concerto em A-menor, Op. 3, No. 6
Vivaldi Concerto em G-Maior, Op. 3, No. 3

Level 4 - Tocando em todas posições, duas cordas, vibrato

Suzuki Livros 7 e 8
Flesch Sistema de Escala
Kreutzer 42 Estudos
Schradieck Escola para Técnica de Violino, Livros 1 - 4
Sevcik Double Stops, Op. 9
Sevcik Estudos Preparatórios para Trill, Op. 7
Sevcik Escola para Técnica de Arco, Op. 2
Sevcik Escola para Técnica de Violino, Op. 1
Sevcik Shiftemg, Op. 8
Wohlfahrt 60 Studies, Op. 45

Violino e Piano
Debussy Girl with the Flaxen Hair
Dvorak Sonatema Op. 100
Elgar Salut d’Amour
Faure Apres un Reve
Händel 6 Sonatas
Kreisler Rondemo on a Theme by Beethoven
Kreisler Liebesleid
Rachmanemov Vocalise, Op. 34, No 14
Schubert Sonatemas, Op. 137
Seitz Concerto em G-menor, No. 3, Op.12
Vitali Chaconne em G-menor

Violino e Orquestra
Bach, J.S. Concerto em A-menor, No.1
Bach, J.S. Concerto em E-Major, No.2
Bach, J.S. Double Concerto em D-menor for 2 Violinos
Accolay Concerto em A-menor, No.1
Haydn Concerto em G-Major, No. 2

Level 5 - Produção de som puro e expressivo

Suzuki Books 9 & 10
Flesch Scale System
Kreutzer 42 Studies
Schradieck Escola para Técnica de Violino, Books 1 - 4
Sevcik Double Stops, Op. 9
Sevcik Estudos Preparatórios para Trill, Op. 7
Sevcik Escola para Técnica de Arco, Op. 2
Sevcik Escola para Técnica de Violino, Op. 1
Sevcik Shiftemg, Op. 8

Violino e Piano
Bach, J.S. Sonatas for Violino & Harpsichord, BWV 1014 - 1019
Bartok Romanian Folk Dances
Dancla 6 Airs Variés, Op. 89
Kreisler Sicilienne & Rigaudon
Mozart Sonatas
Prokofieff Five Melodies
Ries Perpetuum Mobile, Op. 34, No. 5
Riedemg Concerto em E-menor, Op. 7
Saemt-Saens Sonata em D-menor, No. 1, Op. 75
Sarasate emtroduction & Tarantella, Op. 43
Tartemi Sonata ‘Didone Abandonata’, Op. 1, No. 10
Tchaikovsky 3 Pieces (Meditation,Scherzo,Melodie) Op. 42
Tchaikovsky Serenade Melancolique, Op. 26
Wieniawski Legende, Op. 17

Violino e Orquestra
Beriot Concerto em A-menor, No. 9, Op. 104
Beriot Scene de Ballet, Op. 100
Haydn Concerto em C-Major, Op. 48
Kabalewski Concerto em D-Major, No. 2, K 211
Mozart

Level 6 - Todas as cordas e formações, variedade de vibrato, escalas e 2 cordas em velocidade rápida

Flesch Scale System
Kreutzer 42 Studies
Sevcik Double Stops, Op. 9
Sevcik Estudos Preparatórios para Trill, Op. 7
Sevcik Escola para Técnica de Arco, Op. 2
Sevcik Escola para Técnica de Violino, Op. 1
Sevcik Shiftemg, Op. 8

Violino e Piano
Beethoven Sonatas, No. 1-8
Bloch Nigun
Brahms Sonatas, Op. 78, 100, 108
Brahms Sonatensatz from F.A.E.Sonata
Falla Suite Populaire Espagnole
Faure Sonata em A-Maior
Faure Sonata em E-menor
Grieg Sonata em G-Major, No. 2, Op. 13
Grieg Sonata em C-menor, No. 3, Op. 45
Ives Sonata, No. 4
Kreisler Praeludium and Allegro
Kreisler Liebesfreud
Kreisler Schön Rosmarem
Kreisler Tambourem Chemois
Leclair Sonata em D-Major, Op.9, No. 3
Messiaen Theme et Variations
Prokofieff Sonata em D-Major, Op. 94
Sarasate Caprice Basque, Op. 24
Sarasate Habanera, Op. 21, No. 2
Sarasate Romanza Andalusa ,Op. 22, No. 1
Semdemg Suite, Op. 10
Stravemsky Duo Concertante
Stravemsky Suite Italienne
Szymanowski Mythes, Op. 30
Szymanowski Nocturne & Tarantelle
Vieuxtemps Souvenir d’Amerique ‘Yankee Doudle’
Copland Sonata
Franck Sonata

Violino e Orquestra
Beethoven Romance em G-Major, Op. 40
Beethoven Romance em F-Major, Op. 50
Haydn Concerto em C-Major, No. 1
Kreisler Concerto em C-Maior(em the style of Vivaldi)
Mozart Concerto em G-Major, No. 3, K 216
Mozart Concerto em D-Major, No. 4, K 218
Vivaldi Four Seasons: Spremg em E-Major, Op. 8, No. 1
Vivaldi Four Seasons: Summer em G-menor, Op. 8, No. 2
Vivaldi Four Seasons: Autumn em F-Major, Op. 8, No. 3
Vivaldi Four Seasons: Wemter em F-menor, Op. 8, No. 4

Violino Solos
Bach, J.S. Partita em E-Major, BWV 1006
Bach, J.S. Partita em D-menor (without Ciaconna) BWV 1004
Hemdemith Sonata for Solo Violino, Op. 31, No. 1
Hemdemith Sonata for Solo Violino, Op. 31, No. 2
Prokofieff Sonata for Solo Violino. Op. 115

Level 7: Coordenação entre mão direita e esquerda, solida entonação incluindo passagens em 2 cordas

Dont 24 Caprices, Op. 35
Fiorillo 36 Caprices
Flesch Scale System
Kreutzer 42 Studies
Rode 24 Caprices
Sevcik Double Stops, Op. 9
Sevcik Estudos Preparatórios para Trill, Op. 7
Sevcik Escola para Técnica de Arco, Op. 2
Sevcik Escola para Técnica de Violino, Op. 1
Sevcik Shiftemg, Op. 8

Violino e Piano
Copland Hoe Down from Rondo
Gershwem-Heifetz Selections form ‘Porgy and Bess’
Kreisler Caprice Viennois
Kreisler Variations on a Theme by Corelli
Prokofieff Sonata em F-menor, Op. 80
Rimsky-Korsakov Flight of the Bumble Bee
Schubert Fantasie em C-Major, Op. 159
Schubert Rondeau Brilliante em b-menor, Op. 70
Schubert Duo em A-Major, Op. 162
Schumann Sonatas, Op. 105 & 121
Strauss Sonata em E-flat-Major, Op. 18
Suk Four Pieces, Op. 17
Tartemi Sonata ‘Devil’s Trill’
Debussy Sonata
Ravel Sonata

Violino e Orquestra
Bartok Rhapsody No. 1
Bartok Rhapsody No. 2
Beethoven Triple Concerto
Mendelssohn Concerto em D-menor
Mendelssohn Double Concerto em D-menor, Violino and Piano
Mozart Concerto em B-flat Major, No. 1, K 207
Mozart Concerto em A-Major, No. 5, K 219
Mozart Semfonia Concertante em E-flat-Maior
Vaughan Williams The Lark Ascendemg
Viotti Concerto em A-menor, No. 22
Viotti Concerto em G-Major, No. 23
Bartok Concerto No. 1
Khatchaturian Concerto

Violino Solos
Bach, J.S. Sonata em G-menor, BWV 1001
Bach, J.S. Partita em B-menor, BWV 1002
Bach, J.S. Sonata em A-menor, BWV 1003

Level 8 - Escolha confortável da posição, e domínio avançado do arco e entonação

Dont 24 Caprices, Op. 35
Fiorillo 36 Caprices
Flesch Scale System
Kreutzer 42 Studies
Rode 24 Caprices
Sevcik Double Stops, Op. 9
Sevcik Estudos Preparatórios para Trill, Op. 7
Sevcik Escola para Técnica de Arco, Op. 2
Sevcik Escola para Técnica de Violino, Op. 1
Sevcik Shiftemg, Op. 8

Violino e Piano
Bartok Sonata No. 1
Bartok Sonata No. 2
Bazzemi La Ronde des Lutems, Op. 25
Beethoven Kreutzer Sonata, No. 9, Op. 47
Demicu-Heifetz Hora Staccato
Elgar La Capricieuse
Paganini Moto Perpetuo
Paganini Moses variations
Paganini Sonata em E-menor
Paganini-Kreisler La Campagnella
Sarasate Zapateado, Op. 23, No. 2
Wieniawski Origemal Theme with Variations, Op. 15
Wieniawski Scherzo Tarantelle, Op. 16
Wieniawski Polonaise Brilliante em D-Major, Op. 4
Wieniawski Polonaise Brilliante em A-Major, Op. 21

Violino e Orquestra
Barber Concerto, Op.14
Bruch Concerto em G-menor, No. 1, Op. 26
Bruch Concerto em D-menor, No. 2, Op. 44
Bruch Scottish Fantasy, Op. 46
Chausson Poeme, Op. 25
Dvorak Romance em F-menor, Op. 11
Lalo Symphonie Espagnole, Op. 21
Mendelssohn Concerto em E-menor, Op. 64
Prokofieff Concerto em D-Major, No. 1, Op. 19
Prokofieff Concerto em G-menor, No. 2, Op. 63
Ravel Tzigane
Saemt-Saens Concerto em B-menor, No. 3, Op. 61
Saemt-Saens Havanaise, Op. 83
Sarasate Zigeunerweison, Op. 20
Spohr Concerto em A-menor, No. 8
Wieniawski Concerto em D-menor, No. 2, op. 22
Berg Concerto
Penderecki Concerto

Solos de Violino
Bach, J.S. Ciaconna from Partita em D-menor, BWV 1004
Bach, J.S. Sonata em C-Major, BWV 1005

Level 9 - Técnicas avançadas.

Flesch Sistema de Escalas
Paganini 24 Caprices, Op. 1
Sevcik Double Stops, Op. 9
Sevcik Estudos Preparatórios para Trill, Op. 7
Sevcik Escola para Técnica de Arco, Op. 2
Sevcik Escola para Técnica de Violino, Op. 1
Sevcik Shifting, Op. 8

Solos de Violino
Bartok Sonata para Violino Solo
Ysayë Six Sonatas, Op. 27

Violino e Piano
Tchaikovsky Valse Scherzo, Op. 34
Waxman Carmen Fantasy

Violino e Orquestra
Beethoven Concerto em D-Major, Op. 61
Brahms Concerto em D-Major, Op. 77
Brahms Double Concerto em A-menor, Op. 102, for Vln & Cello
Dvorak Concerto em A-menor, Op. 53
Glazunov Concerto em A-menor, Op. 82
Goldmark Concerto, Op. 28
Nielsen Concerto, Op. 33
Saemt-Saens emtroduction and Rondo Capriccioso, Op. 28
Sarasate Carmen Fantasy, Op. 25
Sibelius Concerto em D-menor, Op. 47
Stravemsky Concerto em D-Maior
Tchaikovsky Concerto em D-Major, Op. 35
Vieuxtemps Concerto em D-menor, No. 4, Op. 31
Vieuxtemps Concerto em A-menor, No. 5, Op. 37
Szymanowski Concerto No. 1
Szymanowski Concerto No. 2

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